Em vez de um apocalíptico choque de meteoritos contra a Terra, uma lenta agonia por falta de ar foi uma outra teoria proposta. Pesquisadores americanos acreditam que há milhões de anos, o teor do oxigênio no ar caiu bruscamente e isso teria levado os répteis à extinção. A quantidade de oxigênio foi medida em microscópicas bolhas de ar encapsuladas em âmbar, que é uma resina fóssil vegetal.Foi demonstrado que no tempo em que eles viviam o teor de oxigênio no ar vera de 35% e quando baixou para 28%, então foram extintos. Tal teoria foi recebida com ceticismo.
Mundo Edênico
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
terça-feira, 10 de junho de 2014
SEGREDO DA LONGEVIDADE: OXIGÊNIO

http://www.youtube.com/watch?v=Qy__O1bDfoQ
Secret of Longevity Deciphered: Oxygen - video with subtitle
"As nossas células começam a envelhecer pela carência de oxigênio. Sem ele, o metabolismo da pele vai diminuindo sua capacidade de autorrenovação, ficando mais lento e acelerando o envelhecimento da pele", explica Estela Cardoso, fisioterapeuta dermatofuncional, membro da Sociedade Brasileira de Laser (SBL). (http://beleza.terra.com.br/sua-pele/novidades/tratamento-com-oxigenio-combate-o-envelhecimento-da-pele,4f08324883e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html)
Maior oxigenação sanguínea regride câncer (Dr Leonard Coldwell) http://youtu.be/oEa4sRpClfk?t=1m3s
"...melhora o funcionamento do organismo por conta de sua ação antioxidante nas células." (http://glamurama.uol.com.br/projeto-verao-chega-ao-brasil-a-terapia-hiperbarica-detalhes-aqui/)
"Aumenta produção de enzimas que eliminam radicais livres" -Dr. Gustavo Breitbart, médico hiperbarista. Oxigenoterapia hiperbárica tem ação antioxidante! (http://www.youtube.com/watch?v=Qy__O1bDfoQ&t=16m || http://youtu.be/HRhpKr0DgaQ?t=6m41s)
"...GENÉTICA SÓ INTERFERE EM 15% DA LONGEVIDADE," - Dr. Ítalo Rachid, entrevistado pela Marília Gabriela. Trecho onde ele afirma: http://www.youtube.com/watch?v=fTA_HvzPWU4&t=8m58s
Benefícios da Ozonoterapia - SBT e GLOBO: http://www.youtube.com/watch?v=2Qgfkqao1B4
Ozonoterapia Dr. Lair Ribeiro http://www.youtube.com/watch?v=PVGsTvY9YSs
Artigo sobre Ozônio http://www.webartigos.com/artigos/a-formacao-do-ozonio-na-atmosfera/10368/
Caso alguém saiba o valor desta câmara hiperbárica portátil (http://www.revitalair.com/pt/produto-revitalair-430) comente pra nós e sobre outras marcas também, se descobrirem. Vamos divulgar porque é do interesse de todos usufruir dos benefícios do Oxigênio.
NEUROGÊNESE NO CÉREBRO ADULTO + LONGEVIDADE = CRÂNIOS MAIORES (ALONGADOS) http://www.facebook.com/photo.php?fbid=225517080920736
AKHENATON e NEFERTITI - Adão e Eva http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175751839230594
ANUBIS = ENOCH http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175750172564094
MAATHORNEFERURÉ (RAMSÉS I, II,..) = MATUSALÉM http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175749179230860
Tutankamon / Nibhurrereya = ABEL http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175748449230933
1) ADÃO = Horus/Orys/Alorus/Atúm/Akhenaton;
2) MATUSALÉM = Maathorneferuré / Ramses I, II,..; e
3) SETH = Set.
http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175747779231000
Gigantes e Longevos http://www.youtube.com/watch?v=1TrVuVsyBCo
Pegada de Gigante em Granito! - Mpumalanga, África do Sul http://www.youtube.com/watch?v=TawmeR9rtt8
Dedo Gigante de 38cm Mumificado !! http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175746215897823
Crânios Alongados Decifrados http://www.youtube.com/watch?v=CdwdK8l15cs
EDEM NO EGITO ANTIGO: Histórias, Genealogias, Personagens, Nomes, Escrita e Fonética Equivalentes. http://www.facebook.com/media/set/?set=a.175460852593026
http://www.youtube.com/watch?v=Qy__O1bDfoQ
https://www.facebook.com/photo.php?v=384319221707187
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1) ADÃO = Horus/Orys/Alorus/Atúm/Akhenaton;
2) MATUSALÉM = Maathorneferuré / Ramses I, II,..; e
3) SETH = Set.
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Gigantes e Longevos http://www.youtube.com/watch?v=1TrVuVsyBCo
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Dedo Gigante de 38cm Mumificado !! http://www.facebook.com/photo.php?fbid=175746215897823
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domingo, 10 de junho de 2012
Perda de Informação Genética não é Evolução
Os evolucionistas afirmam que, à medida que o tempo vai avançando, as formas de vida vão evoluindo e adquirindo capacidades e propriedades mais úteis. Levando isto em conta, não deveria a perda duma capacidade útil – como a visão – ser considerada como o oposto do fenómeno evolutivo?
Segundo algumas notícias evolucionistas em torno de peixes cegos, não; a perda de informação genética e a perda de capacidades úteis também servem de evidência para a teoria da evolução.
Evolucionistas compararam as sequências genéticas de 11 populações de peixes da caverna (inglês: “cavefish” – Astyanax mexicanus), que são uma variante cega do “tetra fish” mexicano, com 10 populações relacionadas que possuem a capacidade de ver. Uma vez que podem gerar descendência entre si, então “são da mesma espécie” (Advantages of Living in the Dark: The Multiple Evolution Events of ‘Blind’ Cavefish. New York University news release, January 20, 2012.).
Um comunicado de imprensa da Universidade de New York University atribuiu a perda de visão do peixe à “evolução convergente“, que não faz qualquer tipo de sentido se a evolução, segundo os neodarwinistas defendem, gera novas capacidades e funções.
A linhagem do peixe cego não termina num só ancestral. De facto, os autores do estudo escreveram para a BMC Evolutionary Biology o seguinte:
Os resultados demonstram que a população das cavernas da região estudada surgiram pelo menos cinco vezes – e de forma independente – e derivam de dois grupos de ancestrais.
(Bradic, M. et al. 2012. Gene flow and population structure in the Mexican blind cavefish complex (Astyanax mexicanus). BMC Evolutionary Biology. 12: 9.)
A pesquisadora chefe Martina Bradic afirmou:
Quaisquer que tenham sido as vantagens da condição invisual, elas podem explicar o porquê das populações distintas do peixe da caverna A. mexicanus terem evoluído independentemente a mesma cegueira , um exemplo muito forte de convergência evolutiva. (Bradic, M. et al. 2012)
Os autores escreveram também que estes peixes “continuarão a ser uma fonte rica para o estudo da evolução adaptativa.” (Bradic, M. et al. 2012)). Obter o sistema de visão que os peixes possuem exige uma infusão enorme de informação mas para tornar o peixe cego basta a perda de alguma informação.
Como é que a evolução pode ser uma explicação científica válida para esta observação quando ela é tida como a causa de dois efeitos totalmente opostos? Como é possível que ambos os fenómenos (aquisição de informação e perda de informação) podem ter precisamente a mesma causa natural?
O estudo do peixe cego das cavernas pode sem sombra de dúvidas fornecer algum tipo de luz em torno da genética das variações e o potencial do peixe para se adaptar e sobreviver nos mais variados ecossistemas.
No entanto, como o “processo evolutivo” é suposto gerar novos características ou desenvolver nova e útil informação genética, a mera perda de capacidades e a variação de informação já existente nunca deveriam ser classificadas de “evolução”.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
DNA armazena mais Dados que todos HDs do Mundo
A morte do vinil e o surgimento dos HDs pessoais multiplicaram a quantidade de informação gravada no mundo, mas tudo que já foi produzido pela humanidade ainda apanha feio de uma única célula humana. Bem feio: há cerca de cem vezes mais informação codificada no DNA humano do que em todos os livros, CDs, computadores, negativos de fotos e todo tipo de lugar onde se armazenam dados, digitais ou analógicos. A reportagem é de Giuliana Miranda, Ricardo Mioto e Luiz Gustavo Cristino, e foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, no dia 11 de fevereiro deste ano.
Isso não significa que não exista muita coisa arquivada por aí. Em números absolutos, podíamos armazenar, em 2007, ano analisado agora pelos cientistas, 295 exabytes. Isso equivale a cerca de 295 bilhões de gigabytes (um HD doméstico tem uns 300 gigabytes). É o suficiente para encher 404 bilhões de CDs comuns que, empilhados, cobririam um pouco mais do que a distância da Terra à Lua.
Os números são de uma pesquisa americana publicada na revista Science, que analisou os dados produzidos e armazenados pela humanidade entre 1986 e 2007. Ela mostra que os meios analógicos dominaram a lista até 2002, quando foram superados pelos digitais. Em 2007, essa já era a forma de armazenamento de 97% da informação.
Os dados guardados em papel, que em 1986 já representavam apenas 0,33% do total, em 2007 passaram a representar 0,007% – qualquer vídeo de dez minutos no YouTube tem mais informação (“é mais pesado”, como se diz na internet) do que uma enciclopédia inteira. “É o primeiro trabalho a quantificar como os seres humanos lidam com a informação”, diz Martin Hilbert, da Universidade da Carolina do Sul, que liderou o estudo.
Em 1986, a quantidade de informação por pessoa poderia ser guardada em um CD-ROM de 730 MB, e ainda sobraria espaço. Em 1993, o número aumentou para quatro desses CDs. No ano 2000, eram 12 por pessoa. A mudança mais perceptível foi em 2007: 61 CDs por pessoa.
Os pesquisadores chegaram a esses números utilizando informações de várias origens. No que se refere aos dados armazenados digitalmente, usaram as informações industriais relativas à produção global histórica de dispositivos de memória. Dados analógicos foram obtidos a partir de relatórios sobre a quantidade de livros, revistas e jornais existentes no mundo, utilizando pesquisas anteriores sobre o tema como referência.
Nesse ritmo, a quantidade de informação armazenada pela humanidade só ultrapassará a que está “gravada” no DNA humano por volta do ano de 2039. [...]
domingo, 3 de junho de 2012
Descoberta no DNA contradiz a Evolução
Você deve se lembrar de sua aula de biologia do ensino médio que os segmentos de DNA chamados de genes são transcritos e que a cópia, que é levemente diferente e chamada de RNA, é então traduzida numa sequência de aminoácidos que se dobra em uma nova proteína. E nas células mais complexas de eucariotos esse processo é mais elaborado porque os genes podem se dividir em múltiplos segmentos (chamados de éxons) no DNA. Isso significa que a transcrição do RNA precisa de alguma editoração para o entrelaçamento de regiões intermediárias. Você também deve se lembrar do seu professor explicando o processo de divisão celular, como o DNA é duplicado de modo que no fim há duas cópias idênticas do genoma da célula. Finalmente, você deve se lembrar do seu professor explicando que esses processos são encontrados em todas as formas de vida, provando assim novamente a evolução. Pois, com a evolução, você não pode ter coisas extraordinárias ocorrendo. Como o seu professor lhe garantiu, a evolução teria sido falsificada instantaneamente e descartada por todos os cientistas se, em algum lugar na Árvore da Vida, alguns organismos aqui e ali revelassem alguma outra maneira de agir.
Bem, adivinha só? Soluções extraordinárias estão por toda a parte na árvore evolucionária. O padrão esperado pelos evolucionistas não se revelou. Concernente aos mecanismos do DNA, considere o bem pesquisado eucarioto unicelular chamado Trypanosoma brucei. Sua mitocôndria (a organela que é a usina de energia da célula, transformando comida em combustível) emprega esquemas muito diferentes e incríveis.
Primeiro, o DNA mitocondrial forma uma rede imensa e elegante organizada nos chamados maxicírculos e minicírculos. Há aproximadamente uns 20 maxicírculos e milhares de minicírculos. Os minicírculos são todos diferentes e colocados numa rede exatamente tridimensional em que cada um é interconectado com apenas três vizinhos.
Essa rede é exatamente recriada, com cada minicírculo copiado e inserido no devido lugar, cada vez que a célula se divide em duas células irmãs. É um processo de replicação muito complicado.
Cada minicírculo é duplicado e uma “etiqueta” de proteína é afixada à cópia indicando que é uma cópia, a fim de que aquele minicírculo particular não precise ser copiado. Enquanto isso está ocorrendo, toda a rede está girando lentamente entre dois nódulos opostos nos quais os minicírculos copiados são coletados.
No que diz respeito à sequência de DNA-RNA-proteína, é usado um processo de editoração muito diferente. Ele é chamado de “editoração extensiva do RNA”, mas o rótulo não lhe faz justiça. Pois muitos, mas não todos, os genes da mitocôndria, centenas de nucleotídeos são adicionados à transcrição do RNA e dezenas deles são removidos. Tudo isso é feito sem erro, porque, se não for feito certo, o resultado seria provavelmente uma proteína inútil. Não surpreendentemente, tudo isso exige aproximadamente mil genes para construir somente algumas dúzias de genes.
Essas são soluções muito especiais que não formam um padrão de árvore evolucionária. Nada em biologia faz sentido à luz da evolução.
(Cornelius Hunter, 16 de abril de 2012)
Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCientífica: “Alô, MEC/SEMTEC/PNLEM! Evidências assim, que não corroboram aspectos fundamentais da teoria da evolução no contexto de justificação teórica, devem ser apresentadas nos livros didáticos de Biologia do ensino médio. Não apresentar isso aos alunos é desonestidade científica, 171 Epistêmico! Alô, Academia Brasileira de Ciências! Questões assim é que Francisco Salzano, Sergio Pena e demais signatários de uma carta enviada ao presidente da ABC deveriam expor em seus trabalhos sobre o que isso significa para a robustez ou a falência da Síntese Evolucionária Moderna! Em ciência, srs., o que vale são as evidências e não a teoria!”
( D. N. C. ) ( Criacionismo )
sábado, 2 de junho de 2012
DNA é descrito Matematicamente por brasileiros
Cientistas brasileiros descobriram que as sequências das moléculas de DNA podem ser reproduzidas através de estruturas matemáticas. A descrição matemática da estrutura genética deverá ampliar consideravelmente a capacidade de compreensão do funcionamento dos sistemas biológicos - e, eventualmente, as possibilidades de sua manipulação. Na física e na química, o uso de equações matemáticas para explicar, quantificar e prever a possibilidade de ocorrência de transformações naturais ou provocadas se tornou rotineiro. Na biologia, porém, esse recurso é bem mais recente e ainda muito restrito. Vários pesquisadores das áreas de teoria e codificação da informação, principalmente nos EUA e da Europa, vinham tentando reproduzir as sequências de DNA através de estruturas matemáticas. A primazia do feito, contudo, coube a um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP).
Os cientistas brasileiros estabeleceram uma relação matemática entre um código numérico e a sequência do DNA, o ácido desoxirribonucléico, portador dos genes dentro das células. O código numérico é similar ao usado para correção de erros em programas de computador. De forma geral, os códigos de correção de erros estão presentes na comunicação via satélite, nas comunicações internas de um computador e no armazenamento de dados - portanto, fazem parte do cotidiano de todos que usam a internet, celulares, TVs, CDs, pendrives, etc. A utilização desses códigos tem como objetivo a correção de erros que ocorrem durante a transmissão ou o armazenamento da informação. A associação dos códigos corretores de erros com sequências de DNA constitui objeto de pesquisa desde os anos 80.
O grupo brasileiro estabeleceu essa relação com diferentes sequências de DNA que constituem o genoma (exons, íntrons, DNA repetitivo, sequência de direcionamento, proteínas, hormônios, gene, etc) até chegarem à reprodução do genoma completo de um plasmídeo.
As mitocôndrias, organelas responsáveis pela respiração celular, apesar de conterem o seu próprio DNA e toda maquinaria necessária para fabricar proteínas, sintetizam somente um pequeno número dessas proteínas. A grande maioria das proteínas mitocondriais é codificada por genes que ficam no núcleo das células, sintetizadas no citosol e posteriormente enviadas para as mitocôndrias. Neste caso, a proteína é considerada como a informação que será enviada para a organela, existindo um código padrão para transmiti-la.
Durante o estudo, os pesquisadores brasileiros mostraram que o modelo que empregaram se ajusta a diferentes sequências de DNA. Essa modelagem, além de referendar os fatos descritos pela biologia, mostra-se altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.
A complexidade do assunto, e a interface com outras áreas do conhecimento, exigiu a formação de um grupo interdisciplinar para levar a pesquisa adiante.
A possibilidade de utilização de um código matemático que transcrevesse a sequência de DNA foi proposta pelo professor Reginaldo Palazzo Júnior, da Unicamp, a duas de suas alunas de doutorado: Andréa Santos Leite da Rocha e Luzinete Cristina Bonani de Faria, ambas graduadas em matemática pela PUC-Campinas. Elas se propuseram inicialmente a estudar o transporte das proteínas mitocondriais.
O grupo interdisciplinar se consolidou com a colaboração do professor Márcio de Castro Silva Filho, geneticista especializado em transporte de proteínas, da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, e do engenheiro de computação João Henrique Kleinschmidt, professor da Universidade Federal do ABC, em Santo André.
Reginaldo Palazzo, ele próprio vindo da engenharia elétrica, é especialista na chamada teoria matemática da comunicação, área de estudo da transmissão de todo o tipo de informação e de seus códigos. [...]
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Cientistas descobrem novo nível de informação no DNA
Em algumas raras ocasiões - cerca de 1% do tempo - o famoso formato helicoidal do DNA contorce-se até assumir um desenho diferente, sem perder a função. “Descobrimos que a dupla hélice do DNA existe em uma forma alternativa durante um por cento do tempo e que essa forma alternativa é funcional”, afirma Hashim Al-Hashemi, professor de química e biofísica da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. E isso pode ser mais importante do que parece à primeira vista: “Juntos, esses dados sugerem que há várias camadas de informação armazenadas no código genético”, propõe o cientista. As descobertas foram publicadas na revista Nature.
Já se sabe há algum tempo que a molécula de DNA pode dobrar e flexionar, de forma parecida com uma escada de corda, mantendo seus blocos fundamentais, chamados pares de base, perfeitamente emparelhados, como no modelo originalmente descrito por James Watson e Francis Crick, em 1953. Agora, adaptando a tecnologia de ressonância magnética nuclear (RMN), o grupo de Al-Hashimi conseguiu observar formas alternativas transitórias.
Nessas metamorfoses, alguns degraus da escada se separam e remontam em estruturas estáveis diferentes da estrutura de pares de base proposta pelo modelo de Watson-Crick. “Usando a RMN, fomos capazes de acessar os deslocamentos químicos dessa forma alternativa”, diz Evgenia Nikolova, que fez os experimentos. “Essas mudanças químicas são como impressões digitais que nos dizem algo sobre a estrutura.”
Por meio de uma análise cuidadosa, Nikolova percebeu que as “impressões digitais” eram típicas de uma orientação na qual certas bases são giradas em 180 graus. “É como pegar metade do degrau e virá-lo de cabeça para baixo, de forma que a outra face agora aponta para cima”, complementa Al-Hashimi. “Se você fizer isso, você ainda pode recolocar as duas metades do degrau juntas novamente, mas agora o que você tem não é mais um par de bases de Watson-Crick, é algo chamado um par de base Hoogsteen.”
Pares de bases Hoogsteen já foram observados em DNA de fita dupla, mas somente quando a molécula se liga a proteínas ou drogas, ou quando o DNA está danificado.
O novo estudo mostra que, mesmo em circunstâncias normais, sem nenhuma influência externa, determinadas seções do DNA tendem a se transformar brevemente na estrutura alternativa, chamada de “estado excitado”.
Estudos anteriores da estrutura do DNA usavam essencialmente técnicas como raios X e ressonância convencional, que não conseguem detectar essas mudanças estruturais raras e fugazes.
Segundo Al-Hashimi, como se acredita que as interações críticas entre o DNA e as proteínas são dirigidas tanto pela sequência de bases, como pela flexão da molécula, esses estados excitados representam um novo nível de informações contidas no código genético.
( Inovação Tecnológica ) ( Criacionismo )
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