domingo, 10 de junho de 2012

Perda de Informação Genética não é Evolução




Os evolucionistas afirmam que, à medida que o tempo vai avançando, as formas de vida vão evoluindo e adquirindo capacidades e propriedades mais úteis. Levando isto em conta, não deveria a perda duma capacidade útil – como a visão – ser considerada como o oposto do fenómeno evolutivo?
Segundo algumas notícias evolucionistas em torno de peixes cegos, não; a perda de informação genética e a perda de capacidades úteis também servem de evidência para a teoria da evolução.
Evolucionistas compararam as sequências genéticas de 11 populações de peixes da caverna (inglês: “cavefish” – Astyanax mexicanus), que são uma variante cega do “tetra fish” mexicano, com 10 populações relacionadas que possuem a capacidade de ver. Uma vez que podem gerar descendência entre si, então “são da mesma espécie” (Advantages of Living in the Dark: The Multiple Evolution Events of ‘Blind’ Cavefish. New York University news release, January 20, 2012.).
Um comunicado de imprensa da Universidade de New York University atribuiu a perda de visão do peixe à “evolução convergente“, que não faz qualquer tipo de sentido se a evolução, segundo os neodarwinistas defendem, gera novas capacidades e funções.
A linhagem do peixe cego não termina num só ancestral. De facto, os autores do estudo escreveram para a BMC Evolutionary Biology o seguinte:
Os resultados demonstram que a população das cavernas da região estudada surgiram pelo menos cinco vezes – e de forma independente – e derivam de dois grupos de ancestrais.
(Bradic, M. et al. 2012. Gene flow and population structure in the Mexican blind cavefish complex (Astyanax mexicanus). BMC Evolutionary Biology. 12: 9.)
A pesquisadora chefe Martina Bradic afirmou:
Quaisquer que tenham sido as vantagens da condição invisual, elas podem explicar o porquê das populações distintas do peixe da caverna A. mexicanus terem evoluído independentemente a mesma cegueira , um exemplo muito forte de convergência evolutiva. (Bradic, M. et al. 2012)
Os autores escreveram também que estes peixes “continuarão a ser uma fonte rica para o estudo da evolução adaptativa.” (Bradic, M. et al. 2012)). Obter o sistema de visão que os peixes possuem exige uma infusão enorme de informação mas para tornar o peixe cego basta a perda de alguma informação.
Como é que a evolução pode ser uma explicação científica válida para esta observação quando ela é tida como a causa de dois efeitos totalmente opostos? Como é possível que ambos os fenómenos (aquisição de informação e perda de informação) podem ter precisamente a mesma causa natural?
O estudo do peixe cego das cavernas pode sem sombra de dúvidas fornecer algum tipo de luz em torno da genética das variações e o potencial do peixe para se adaptar e sobreviver nos mais variados ecossistemas.
No entanto, como o “processo evolutivo” é suposto gerar novos características ou desenvolver nova e útil informação genética, a mera perda de capacidades e a variação de informação já existente nunca deveriam ser classificadas de “evolução”.










segunda-feira, 4 de junho de 2012

DNA armazena mais Dados que todos HDs do Mundo



A morte do vinil e o surgimento dos HDs pessoais multiplicaram a quantidade de informação gravada no mundo, mas tudo que já foi produzido pela humanidade ainda apanha feio de uma única célula humana. Bem feio: há cerca de cem vezes mais informação codificada no DNA humano do que em todos os livros, CDs, computadores, negativos de fotos e todo tipo de lugar onde se armazenam dados, digitais ou analógicos. A reportagem é de Giuliana Miranda, Ricardo Mioto e Luiz Gustavo Cristino, e foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, no dia 11 de fevereiro deste ano.
Isso não significa que não exista muita coisa arquivada por aí. Em números absolutos, podíamos armazenar, em 2007, ano analisado agora pelos cientistas, 295 exabytes. Isso equivale a cerca de 295 bilhões de gigabytes (um HD doméstico tem uns 300 gigabytes). É o suficiente para encher 404 bilhões de CDs comuns que, empilhados, cobririam um pouco mais do que a distância da Terra à Lua.
Os números são de uma pesquisa americana publicada na revista Science, que analisou os dados produzidos e armazenados pela humanidade entre 1986 e 2007. Ela mostra que os meios analógicos dominaram a lista até 2002, quando foram superados pelos digitais. Em 2007, essa já era a forma de armazenamento de 97% da informação.
Os dados guardados em papel, que em 1986 já representavam apenas 0,33% do total, em 2007 passaram a representar 0,007% – qualquer vídeo de dez minutos no YouTube tem mais informação (“é mais pesado”, como se diz na internet) do que uma enciclopédia inteira. “É o primeiro trabalho a quantificar como os seres humanos lidam com a informação”, diz Martin Hilbert, da Universidade da Carolina do Sul, que liderou o estudo.
Em 1986, a quantidade de informação por pessoa poderia ser guardada em um CD-ROM de 730 MB, e ainda sobraria espaço. Em 1993, o número aumentou para quatro desses CDs. No ano 2000, eram 12 por pessoa. A mudança mais perceptível foi em 2007: 61 CDs por pessoa.
Os pesquisadores chegaram a esses números utilizando informações de várias origens. No que se refere aos dados armazenados digitalmente, usaram as informações industriais relativas à produção global histórica de dispositivos de memória. Dados analógicos foram obtidos a partir de relatórios sobre a quantidade de livros, revistas e jornais existentes no mundo, utilizando pesquisas anteriores sobre o tema como referência.
Nesse ritmo, a quantidade de informação armazenada pela humanidade só ultrapassará a que está “gravada” no DNA humano por volta do ano de 2039. [...]

domingo, 3 de junho de 2012

Descoberta no DNA contradiz a Evolução



Você deve se lembrar de sua aula de biologia do ensino médio que os segmentos de DNA chamados de genes são transcritos e que a cópia, que é levemente diferente e chamada de RNA, é então traduzida numa sequência de aminoácidos que se dobra em uma nova proteína. E nas células mais complexas de eucariotos esse processo é mais elaborado porque os genes podem se dividir em múltiplos segmentos (chamados de éxons) no DNA. Isso significa que a transcrição do RNA precisa de alguma editoração para o entrelaçamento de regiões intermediárias. Você também deve se lembrar do seu professor explicando o processo de divisão celular, como o DNA é duplicado de modo que no fim há duas cópias idênticas do genoma da célula. Finalmente, você deve se lembrar do seu professor explicando que esses processos são encontrados em todas as formas de vida, provando assim novamente a evolução. Pois, com a evolução, você não pode ter coisas extraordinárias ocorrendo. Como o seu professor lhe garantiu, a evolução teria sido falsificada instantaneamente e descartada por todos os cientistas se, em algum lugar na Árvore da Vida, alguns organismos aqui e ali revelassem alguma outra maneira de agir.
Bem, adivinha só? Soluções extraordinárias estão por toda a parte na árvore evolucionária. O padrão esperado pelos evolucionistas não se revelou. Concernente aos mecanismos do DNA, considere o bem pesquisado eucarioto unicelular chamado Trypanosoma brucei. Sua mitocôndria (a organela que é a usina de energia da célula, transformando comida em combustível) emprega esquemas muito diferentes e incríveis. 
Primeiro, o DNA mitocondrial forma uma rede imensa e elegante organizada nos chamados maxicírculos e minicírculos. Há aproximadamente uns 20 maxicírculos e milhares de minicírculos. Os minicírculos são todos diferentes e colocados numa rede exatamente tridimensional em que cada um é interconectado com apenas três vizinhos. 
Essa rede é exatamente recriada, com cada minicírculo copiado e inserido no devido lugar, cada vez que a célula se divide em duas células irmãs. É um processo de replicação muito complicado. 
Cada minicírculo é duplicado e uma “etiqueta” de proteína é afixada à cópia indicando que é uma cópia, a fim de que aquele minicírculo particular não precise ser copiado. Enquanto isso está ocorrendo, toda a rede está girando lentamente entre dois nódulos opostos nos quais os minicírculos copiados são coletados. 
No que diz respeito à sequência de DNA-RNA-proteína, é usado um processo de editoração muito diferente. Ele é chamado de “editoração extensiva do RNA”, mas o rótulo não lhe faz justiça. Pois muitos, mas não todos, os genes da mitocôndria, centenas de nucleotídeos são adicionados à transcrição do RNA e dezenas deles são removidos. Tudo isso é feito sem erro, porque, se não for feito certo, o resultado seria provavelmente uma proteína inútil. Não surpreendentemente, tudo isso exige aproximadamente mil genes para construir somente algumas dúzias de genes. 
Essas são soluções muito especiais que não formam um padrão de árvore evolucionária. Nada em biologia faz sentido à luz da evolução. 
(Cornelius Hunter, 16 de abril de 2012)

Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCientífica: “Alô, MEC/SEMTEC/PNLEM! Evidências assim, que não corroboram aspectos fundamentais da teoria da evolução no contexto de justificação teórica, devem ser apresentadas nos livros didáticos de Biologia do ensino médio. Não apresentar isso aos alunos é desonestidade científica, 171 Epistêmico! Alô, Academia Brasileira de Ciências! Questões assim é que Francisco Salzano, Sergio Pena e demais signatários de uma carta enviada ao presidente da ABC deveriam expor em seus trabalhos sobre o que isso significa para a robustez ou a falência da Síntese Evolucionária Moderna! Em ciência, srs., o que vale são as evidências e não a teoria!”






sábado, 2 de junho de 2012

DNA é descrito Matematicamente por brasileiros



Cientistas brasileiros descobriram que as sequências das moléculas de DNA podem ser reproduzidas através de estruturas matemáticas. A descrição matemática da estrutura genética deverá ampliar consideravelmente a capacidade de compreensão do funcionamento dos sistemas biológicos - e, eventualmente, as possibilidades de sua manipulação. Na física e na química, o uso de equações matemáticas para explicar, quantificar e prever a possibilidade de ocorrência de transformações naturais ou provocadas se tornou rotineiro. Na biologia, porém, esse recurso é bem mais recente e ainda muito restrito. Vários pesquisadores das áreas de teoria e codificação da informação, principalmente nos EUA e da Europa, vinham tentando reproduzir as sequências de DNA através de estruturas matemáticas. A primazia do feito, contudo, coube a um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP).

Os cientistas brasileiros estabeleceram uma relação matemática entre um código numérico e a sequência do DNA, o ácido desoxirribonucléico, portador dos genes dentro das células. O código numérico é similar ao usado para correção de erros em programas de computador. De forma geral, os códigos de correção de erros estão presentes na comunicação via satélite, nas comunicações internas de um computador e no armazenamento de dados - portanto, fazem parte do cotidiano de todos que usam a internet, celulares, TVs, CDs, pendrives, etc. A utilização desses códigos tem como objetivo a correção de erros que ocorrem durante a transmissão ou o armazenamento da informação. A associação dos códigos corretores de erros com sequências de DNA constitui objeto de pesquisa desde os anos 80.
O grupo brasileiro estabeleceu essa relação com diferentes sequências de DNA que constituem o genoma (exons, íntrons, DNA repetitivo, sequência de direcionamento, proteínas, hormônios, gene, etc) até chegarem à reprodução do genoma completo de um plasmídeo.
As mitocôndrias, organelas responsáveis pela respiração celular, apesar de conterem o seu próprio DNA e toda maquinaria necessária para fabricar proteínas, sintetizam somente um pequeno número dessas proteínas. A grande maioria das proteínas mitocondriais é codificada por genes que ficam no núcleo das células, sintetizadas no citosol e posteriormente enviadas para as mitocôndrias. Neste caso, a proteína é considerada como a informação que será enviada para a organela, existindo um código padrão para transmiti-la.
Durante o estudo, os pesquisadores brasileiros mostraram que o modelo que empregaram se ajusta a diferentes sequências de DNA. Essa modelagem, além de referendar os fatos descritos pela biologia, mostra-se altamente promissora para o entendimento de anomalias observadas nos sistemas celulares e mesmo para possibilitar previsões de novas descobertas ainda não observadas em laboratório.

A complexidade do assunto, e a interface com outras áreas do conhecimento, exigiu a formação de um grupo interdisciplinar para levar a pesquisa adiante.
A possibilidade de utilização de um código matemático que transcrevesse a sequência de DNA foi proposta pelo professor Reginaldo Palazzo Júnior, da Unicamp, a duas de suas alunas de doutorado: Andréa Santos Leite da Rocha e Luzinete Cristina Bonani de Faria, ambas graduadas em matemática pela PUC-Campinas. Elas se propuseram inicialmente a estudar o transporte das proteínas mitocondriais.
O grupo interdisciplinar se consolidou com a colaboração do professor Márcio de Castro Silva Filho, geneticista especializado em transporte de proteínas, da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, e do engenheiro de computação João Henrique Kleinschmidt, professor da Universidade Federal do ABC, em Santo André.
Reginaldo Palazzo, ele próprio vindo da engenharia elétrica, é especialista na chamada teoria matemática da comunicação, área de estudo da transmissão de todo o tipo de informação e de seus códigos. [...]

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Cientistas descobrem novo nível de informação no DNA




Em algumas raras ocasiões - cerca de 1% do tempo - o famoso formato helicoidal do DNA contorce-se até assumir um desenho diferente, sem perder a função. “Descobrimos que a dupla hélice do DNA existe em uma forma alternativa durante um por cento do tempo e que essa forma alternativa é funcional”, afirma Hashim Al-Hashemi, professor de química e biofísica da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. E isso pode ser mais importante do que parece à primeira vista: “Juntos, esses dados sugerem que há várias camadas de informação armazenadas no código genético”, propõe o cientista. As descobertas foram publicadas na revista Nature.


Já se sabe há algum tempo que a molécula de DNA pode dobrar e flexionar, de forma parecida com uma escada de corda, mantendo seus blocos fundamentais, chamados pares de base, perfeitamente emparelhados, como no modelo originalmente descrito por James Watson e Francis Crick, em 1953. Agora, adaptando a tecnologia de ressonância magnética nuclear (RMN), o grupo de Al-Hashimi conseguiu observar formas alternativas transitórias.

Nessas metamorfoses, alguns degraus da escada se separam e remontam em estruturas estáveis diferentes da estrutura de pares de base proposta pelo modelo de Watson-Crick. “Usando a RMN, fomos capazes de acessar os deslocamentos químicos dessa forma alternativa”, diz Evgenia Nikolova, que fez os experimentos. “Essas mudanças químicas são como impressões digitais que nos dizem algo sobre a estrutura.”
Por meio de uma análise cuidadosa, Nikolova percebeu que as “impressões digitais” eram típicas de uma orientação na qual certas bases são giradas em 180 graus. “É como pegar metade do degrau e virá-lo de cabeça para baixo, de forma que a outra face agora aponta para cima”, complementa Al-Hashimi. “Se você fizer isso, você ainda pode recolocar as duas metades do degrau juntas novamente, mas agora o que você tem não é mais um par de bases de Watson-Crick, é algo chamado um par de base Hoogsteen.”
Pares de bases Hoogsteen já foram observados em DNA de fita dupla, mas somente quando a molécula se liga a proteínas ou drogas, ou quando o DNA está danificado.
O novo estudo mostra que, mesmo em circunstâncias normais, sem nenhuma influência externa, determinadas seções do DNA tendem a se transformar brevemente na estrutura alternativa, chamada de “estado excitado”.
Estudos anteriores da estrutura do DNA usavam essencialmente técnicas como raios X e ressonância convencional, que não conseguem detectar essas mudanças estruturais raras e fugazes.
Segundo Al-Hashimi, como se acredita que as interações críticas entre o DNA e as proteínas são dirigidas tanto pela sequência de bases, como pela flexão da molécula, esses estados excitados representam um novo nível de informações contidas no código genético.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Genes Exclusivamente Humanos



Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro dum animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, que estão localizados em 3 regiões distintas no cromossoma número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012. Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication. Cell. 149: 912-922).
Aparentemente eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012. Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation. Cell. 149: 923-935).
A descoberta mais importante talvez seja o facto de 3 dos 4 genes (SRGAP2B, SRGAP2C, and SRGAP2D) se encontrarem unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais quando comparadas umas com as outras.
Os evolucionistas alegam que, de alguma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2 , herdado dum ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossoma 1 e modificou-se de modo a desempenhar novas funções. Isto supostamente aconteceu várias vezes no passado distante depois dos seres humanos se terem divergido do imaginário ancestral entre os humanos e os chimpanzés.
Mas esta mitologia história depara-se agora com problemas graves.
  • Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossoma 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e na sua estrutura. Os genes não parecem de todo terem sido duplicados.
O ónus da prova encontra-se do lado dos evolucionistas uma vez que são eles que têm que explicar como é que o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossoma, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isto sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
  • O segundo problema reside na localização exacta das versões B, C e D do gene SRGAP2.
Elas rodeiam o centrómetro do cromossoma, que é uma porção especializada do cromossoma – geralmente perto do centro -, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitectura cromatina (Thomas, B. Genomes Have Remarkable 3-D Organization. Creation Science Updates. Posted on icr.org November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, estas duas regiões junto ao centrómetro são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior destas sequências super estáveis, muito menos reorganizarem-se posteriormente.
. . . . .
Como seria de esperar, o facto de 3 genes recentemente descobertos estarem presentes só nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.
Claramente, esta descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que nós fomos criados de forma única “à Imagem de Deus” tal como nos diz o Livre de Génesis.
 












quarta-feira, 30 de maio de 2012

Casal Negro gera Filha Caucasiana (loira do olho azul não albina)



Dad Ben e Angela tiveram uma surpresa no nascimento de seu terceiro filho. Ambos negros, Nmachi nasceu loira de olhos azuis, segundo noticiou o jornal The Sun.
Para explicar tal acontecimento, médicos do Queen Mary's Hospital, perto de Londres, onde a menina nasceu levantaram algumas hipóteses com ela não ser filha dos dois, ser albina ou eles terem ancestrais brancos.
Porém, todas estas alternativas foram checadas e negadas. Especialistas acreditam que uma mutação genética provocou a alteração na cor da pele e dos cabelos da criança. São conhecidos 12 genes que influenciam na cor de uma pessoa, controlando a quantidade de melanina na pele.
Os pais afirmam não ter conhecimento de antepassados brancos. Eles são nigerianos que se mudaram para a Inglaterra há cinco anos. Para que a criança nasça branca de olhos azuis e cabelos loiros, os dois teriam de ter genes recessivos para pigmentação clara (que não são perceptíveis na aparência deles, mas que estariam em seu código genético e poderiam ser repassados para os filhos).
O professor Bryan Sykes, líder do departamento de genética humana na Universidade de Oxford, disse ao jornal que este nascimento era extraordinário. “As regras da genética são complexas e nós ainda não entendemos o que acontece em muitos casos”.
 
( UOL ) ( Criacionismo ) ( The Sun )




terça-feira, 29 de maio de 2012

Ciência confirma: Dinossauros viveram recentemente!

Afirmações do tipo “Jurassic Park” estão ficando cada vez mais comuns entre os cientistas. Não estamos falando da possibilidade de ressuscitar dinossauros a partir dos mosquitos. Porém, há abundantes afirmações de que tecido mole, DNA e até mesmo bactérias inteiras “ressuscitaram” de um estado dormente, após terem sobrevivido por milhões de anos:
  • Medula de dinossauros. Mary Schweitzer mostrou que ossos de T. rex “datados” em 68 milhões de anos apresentaram tecidos moles, incluindo a presença de células sanguíneas, veias e tecido ósseo (colágeno).1
  • DNA de folha de Magnolia. Extraído de uma folha fóssil de Magnolia, datada em 17–20 milhões de anos.2
  • Bactérias congeladas. Bactérias congeladas na Antartida, datadas em 8 milhões de anos, reviveram em laboratório.3
  • Bactérias em âmbar. Alguns afirmaram terem “ressuscitado” bactérias dormentes encontradas em âmbar, com supostos 120 milhões de anos.4
  • Micróbios salgados (halotolerantes). Um artigo publicado na Nature, em 2000, relatou ter revivido bactérias encontradas em cristais de sal, encontrados a 600m abaixo da superfície, em uma mina, no México, “datadas” em 250 milhões de anos.5

 

Os problemas gerados

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Bones
Muitos desses achados foram cercados de controvérsias, e atraíram muito ceticismo de outros evolucionistas. Isso porque moléculas biológicas, como o DNA e o colágeno, são muito complexas e conseqüentemente muito frágeis.³ Exigem constante manutenção para evitar sua quebra (ou desnaturação). Todavia, uma vez que o organismo esteja morto, ficam à mercê do ambiente, e normalmente decaem muito rapidamente. Se as moléculas estiverem em um ambiente isolado de outras formas de vida, água, oxigênio e calor excessivo, elas serão capazes de resistir mais, talvez por milhares de anos. Contudo, não podem durar para sempre, porque estão sujeitas à segunda lei da termodinâmica,6 que eventualmente separará as moléculas, através de movimentos puramente randômicos dos átomos e da radiação básica. As mais recentes estimativas estabelecem um limite superior de 125.000 anos para a resistência do DNA e 2,7 milhões de anos para o colágeno, a 0ºC.7 (A apenas 10ºC, o limite superior é muito menor–17.500 para o DNA, 180.000 para o colágeno.)
Isso é ainda mais’sério com relação à maquinaria biológica em funcionamento que a moléculas isoladas, como o DNA. E preservar moléculas biológicas por milhões de anos já é forçar demais.8 Porém, preservar a maquinaria da vida, que contém ligações intrínsecas muito mais interconectadas, por uma escala de tempo’tão grande, como no caso dos micróbios halotolerantes que foram reanimados, é obviamente bizarro. Como os evolucionistas tentam contornar este enigma?

“Condições atualísticas”?


Buscando uma resposta, os evolucionistas mantém, é claro, o modelo de milhões-de-anos como sua “suposição inicial”. Mary Schweitzer demonstra isso com relação ao seu T. rex de 68 milhões de anos:
‘A presença de componentes moleculares originais não é prevista para fósseis anteriores a um milhão de anos [refs. 1–7] e a descoberta de colágeno neste dinossauro bem preservado dá suporte ao uso das condições atualísticas para formular taxas e modelos de degradação molecular, o que é melhor que confiar em extrapolações teóricas ou experimentais derivadas de condições que não ocorrem na natureza.‘9
Essa é a razão comum daqueles evolucionistas que promovem esses achados, então vamos digerir um pouco esse negócio. Primeiramente, note o que foi dito acima: baseando-se em teorias científicas e dados experimentais, não se espera que nenhum colágeno formado originalmente no osso do T. rex dure mais que um milhão de anos.
Mas Schweitzer então afirma que essa predição deveria ser questionada porque nós encontramos justamente isso (colágeno formado originalmente no osso do T. rex) em um osso de dinossauro. Ela disse ainda, em outro lugar, acerca de seus primeiros achados de células sanguíneas em ossos de T. rex: “Eu simplesmente tive arrepios, pois todo mundo sabe que essas coisas não duram 65 milhões de anos” [ênfase nossa].10 Assume-se assim que os dinossauros’têm, “obviamente” (de acordo com os evolucionistas), pelo menos 65 milhões de anos de idade, que é exatamete o que eles estão tentando provar! No entanto, sua hipótese (os dinossauros’têm mais de 65 milhões de anos) é completamente estranha aos dados experimentais.
É por isso que Schweitzer diz que nós deveríamos confiar nas “condições atualísticas” em detrimento das “extrapolações teóricas ou experimentais” para explicar como o colágeno pode durar tanto. Temos que repensar todo o nosso entendimento a respeito do modo como as biomoléculas complexas’são degradadas–porquê? Porque os dinossauros’têm, “obviamente”, milhões de anos de idade. Acrença em “milhões de anos” triunfa sobre a ciência experimental!
E sobre a acusação de que as projeções experimentais e teóricas obtidas não’são baseadas nas condições que ocorrem na natureza? O ponto chave dessas projeções é que elas servem não como uma média do tempo de degradação, mas como um limite superior.7 Ou seja, os experimentos e teorias consideram as melhores condições possíveis de preservação. Conquanto essas condições sejam extremamente improváveis na natureza, este é um obstáculo às razões de Schweitzer porque as condições laboratoriais’são projetadas para serem melhores (não piores) que as condições de preservação normalmente encontradas na natureza. Ela exige que o exato oposto seja verdadeiro para que sua argumentação seja válida.
Muitos evolucionistas enxergam o problema. Ser o vencedor no debate simplesmente não é opção; eles preferem confiar na ciência experimental. Assim, uma vez que eles’são obedientes à evolução e aos milhões de anos, a idéia de que essas bactérias, DNA, etc. sobreviveram por milhões de anos é jogada fora. Tais coisas’são consideradas contaminações de uma fonte moderna.

O achado foi contaminado?


Entretanto, a idéia de contaminação geralmente falha em tratar dos detalhes de cada afirmação. Um exemplo é a descoberta de bactérias em cristais de sal “datados” em 250 milhões de anos. A cada crítica, os pesquisadores originais rechecavam seus métodos e modificavam-nos para levar as críticas em consideração, e continuavam obtendo os mesmos resultados.11
Termite

O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo.

Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM

A descoberta de Mary Schweitzer de vasos sanguíneos, células e colágeno ósseo em ossos de T. rex fornece outro exemplo. Quando foi primeiramente anunciada, causou enorme desconfiança entre os evolucionistas.12 Em 2005, no meio de forte ceticismo acerca dos achados originais, novas imagens mostraram claramente que o tecido mole era tecido orgânico “fresco”.13 Rigorosa pesquisa foi também conduzida (novamente cercada de ceticismo) que mostrou que a proteína colágeno, também uma complexa biomolécula, foi muito bem preservada nos ossos de T. rex.14
Contaminação sempre é uma opção, em teoria, mas quando aplicada pelo menos a algumas dessas situações em questão, ela não resiste a um exame minucioso. As implicações óbvias das atuais evidência em análise é a seguinte: esses achados’têm apenas milhares de anos de idade, no máximo.

Maior sentido em registros históricos antigos


Portanto, [querendo ou não] a Bíblia dá muito mais sentido a esses “fósseis Jurassic Park”. A preservação de tecidos orgânicos, mesmo por milhares de anos, carece de condições especiais. É surpreendente que sejam encontrados cerca de 4.500 anos depois de terem sido sepultados (mais provavelmente durante o Dilúvio). Mas isso faz muito mais sentido que acreditar que eles’têm milhões de anos de idade, idéia que não resiste às evidências reais da física e da química.

References


  1. Schweitzer, M.H., Suo, Z, Avci, R., Asara, J.M., Allen, M.A., Arce, F.T. E Horner, J.R., Analyses of soft tissue from Tyrannosaurus rex suggest the presence of protein, Science 316 (5822):277–280, 2007. 
  2. Wieland, C. ‘Oldest’ DNA–an exciting find! Creation 13(2):22–23, 1991; ,creation.com/oldestdna>. 
  3. Catchpoole, D., ‘Sleeping Beauty’ bacteria, Creation 28(1):23, 2005; <creation.com/sleeping>. Veja também Catchpoole, D., More ‘Sleeping Beaty’ bacteria, <creation.com/moresleep>. 
  4. Greenblatt, C.L., et al., Diversity of microorganisms isolated from amber, Microbial Ecology 38:58–68, 1999. 
  5. Vreeland, R.H., Rozensweig, W.D. e Powers, D.W. Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, Nature407(6806):897–900, 2000. Veja também Salty saga, Creation 23(4):15, 2001; <creation.com/saltysaga>. 
  6. Veja Sarfati, J., Second law of thermodinamics: answers to critics, <creation.com/thermo>. 
  7. Nielsen-Marsch, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, The Biochemist, pp. 12–14, Junho 2002; <www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf>. 
  8. Wieland, C., Ancient DNA and the young earth, Journal of Creation 8(1):7–10, 1994. 
  9. Ref. 1, p. 280. 
  10. Yeoman, B., Schweitzer´s dangerous discovery, Discover 27(4):37–41, 77, abril 2006. 
  11. Em 2001, os críticos disseram que as bactérias encontradas nos cristais de sal eram relacionadas muito proximamente às modernas bactérias e por isso deviam ser uma contaminação moderna e não ter 250 milhões de anos (Graur, D. e Pukpo, T., The Permian bacterium that isn´t,Molecular Biology and Evolution 18(6):1143–1146, 2001).
    Porém, os defensores contaram que seus dados não significavam muito (Maughan, H., et al., The paradox of the ‘ancient‘ bacterium which contains ‘modern‘ protein-coding genes, Molecular Biology and Evolution 19(9):1637–1639, 2002). Eles também deram muitas evidÊncias de que o sal em que a bactéria foi aprisionada formou-se em redor quando a camada rochosa foi formada, e não em inclusão posterior (Satterfield,C.L., et al., New evidence for 250 Ma age of halotolerant bacterium from a Permian salt crystal, Geology 33(4):265–268, abril 2005. 
  12. Wieland, C., Sensational dinosaur blood report! Creation 19(4):42–43, 1997, <creation.com/dino_blood>. 
  13. Wieland, C., Still soft and stretchy, <creation.com/stretchy>., 25 março 2005. 
  14. Doyle, S., Squishosaur scepticism squashed, <creation.co/collagen>, 20 abril 2007; veja também <creation.com/schweit>. .

Proteínas endógenas em lagarto de “70 milhões de anos”

Uma equipe de pesquisadores em Lund, na Suécia, descobriu material biológico importante no fóssil de um lagarto varanoide extinto (um mosassauro) que vivia nos ambientes marinhos durante os anos do Cretáceo Inferior. Utilizando tecnologia de ponta, os cientistas foram capazes de associar as moléculas proteináceas a fibras ósseas matriz isoladas de um fóssil de 70 milhões de anos [seguindo a cronologia evolucionista] – isto é, eles encontraram restos genuínos de um animal extinto enterrado na rocha.

Fibras ósseas matriz em osso de mosassauro: (a) Preparação histológica que revela como as fibras circundam o duto vascular. (b) Foto que revela as fibras delineadas. (c) Detalhe da preparação histológica mostrando as fibras encapsuladas em bioapatita. (d) Mancha (azul) histoquímica revelando que as fibras contêm material biológico.

Os mosassauros são um grupo de lagartos varanoides extintos que viviam em ambientes marinhos durante o Cretáceo Inferior (aproximadamente 100-65 milhões de anos atrás [idem]). Com sua descoberta, os cientistas Johan Lindgren, Per Uvdal, Anders Engdahl e os colegas demonstraram que os resíduos de colágeno do tipo I, uma proteína estrutural, estão retidos em um fóssil de mosassauro. O colágeno é a proteína dominante em ossos.

Os cientistas aplicaram um espectro amplo de técnicas sofisticadas para alcançar os resultados. Os cientistas usaram microespectroscopia de radiação síncrotron baseada no infravermelho no Laboratório MAX, em Lund, sudeste da Suécia, para revelar aminoácidos contendo resíduos materiais em tecidos fibrosos obtidos de um osso de um mosassauro. Além da microespectroscopia de radiação síncrotron baseada no infravermelho, a espectrometria de massa e análise de aminoácidos foi realizada.

Anteriormente, outras equipes de pesquisadores identificaram peptídeos derivados de colágeno em fósseis de dinossauros baseados, por exemplo, em análises de espectrometria de massa de todo os extratos ósseos.

A presente pesquisa fornece evidência convincente que sugere que as biomoléculas recuperadas são primárias e não são contaminantes de biofilmes bacterianos recentes ou de proteínas do tipo colágeno.

Além disso, a descoberta demonstra que a preservação de tecidos moles primários e de biomoléculas endógenas não está limitada a ossos de grande tamanho em ambientes fluviais de arenito, mas ocorre também em elementos de tamanho relativamente pequeno de esqueletos depositados em sedimentos marinhos.

(Johan Lindgren, Per Uvdal, Anders Engdahl, Andrew H. Lee, Carl Alwmark, Karl-Erik Bergquist, Einar Nilsson, Peter Ekström, Magnus Rasmussen, Desirée A. Douglas, Michael J. Polcyn, Louis L. Jacobs. “Microspectroscopic Evidence of Cretaceous Bone Proteins.” PLoS ONE, 2011; 6 (4): e19445 DOI: 10.1371/journal.pone.0019445; via Desafiando a Nomenklatura Científica)

Nota: Alguns anos atrás, foram encontrados tecidos moles em fósseis de T-Rex, o que causou grande rebuliço (relativamente abafado na grande imprensa), já que não era de se esperar esse tipo de tecido preservado em fósseis com supostos milhões de anos. Uma das possibilidades (desculpa?) aventadas então foi a de que teria havido algum tipo de contaminação por biofilmes bacterianos e que as biomoléculas não seriam primárias. Agora, nessa nova descoberta em Lund, os próprios pesquisadores já adiantaram não se tratar de contaminantes de biofilmes bacterianos recentes ou de proteínas do tipo colágeno; as biomoléculas recuperadas são primárias. Que tipo de “explicação” darão desta vez?[MB]
 

Mais tecidos moles em fósseis de dinossauros

Tecidos moles preservados em animais supostamente extintos há milhões de anos têm surpreendido os pesquisadores. Exemplo disso foi a descoberta feita em fragmentos de ossos de um hadrossauro (dinossauro bico de pato). Esses tecidos moles alegadamente com 80 milhões de anos(!) têm vasos sanguíneos, células e proteínas (colágeno e osteocalcina). 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Melanina em fóssil de “160 milhões de anos”

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que pigmentos de melanina encontrados em restos de fósseis de cefalópodes de 160 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] são praticamente idênticos à melanina encontrada na versão moderna de uma espécie de lula gigante. O estudo foi publicado na versão online da revista científica PNAS, da Academia Americana de Ciências. Os cefalópodes são a classe de animais marinhos que envolvem lulas e polvos. A versão milenar foi encontrada há dois anos na Inglaterra e desde então está sendo estudada. Com as impressões do fóssil e de animais vivos de espécie semelhante, o estudo concluiu que o mecanismo de escape do pigmento, semelhante a uma tinta, entre esses animais marinhos não evoluiu desde o período jurássico e que a melanina pode ser preservada nos fósseis de uma série de organismos. [Mas é óbvio que os pesquisadores teriam que chegar a essa conclusão, do contrário, teriam que ignorar a evidência material. - MB]

Os pesquisadores compararam a composição química da melanina fóssil com a melanina de um animal da espécie Sepia officinalis, comum nos mares Mediterrâneo, do Norte e Báltico. “[...] descobrimos através de uma variedade de métodos de pesquisa que a melanina tem se mantido em uma condição que pode ser estudada em detalhes requintados”, disse John Simon, um dos autores do estudo e professor de química da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos.

Geralmente o tecido animal, composto principalmente de proteínas, se degrada rapidamente. Durante o curso de milhões de anos tudo o que é suscetível de ser encontrado a partir de um animal são restos do esqueleto ou uma impressão da forma do animal em torno de uma rocha. Os cientistas até podem aprender muito sobre um animal por seus ossos e impressões, mas sem matéria orgânica geralmente são deixados com muitas perguntas não respondidas, explica o estudo.

No entanto, a melanina se tornou uma exceção justamente por ser orgânica, pois se mostrou altamente resistente à degradação por longos períodos de tempo. “Com exceção de todos os pigmentos orgânicos em sistemas vivos, a melanina tem a maior chance de ser encontrada em um registro fóssil”, disse Simon.


Nota: Quando a evidência contradiz a teoria, em lugar de reformular a teoria, os evolucionistas ajustam a evidência à teoria. É praticamente impossível encontrar melanina num fóssil de supostos milhões de anos, mas, como foi encontrada, logo, é possível encontrar melanina num fóssil de supostos milhões de anos. É quase inconcebível imaginar que um organismo não tivesse sofrido grandes modificações evolutivas em supostos 160 milhões de anos, mas, como não sofreu e está igual aos seus “parentes” atuais, a evolução continua verdadeira e alguns seres vivos não se modificam, mesmo em supostos milhões de anos. Um paradigma assim “liso como muçum ensaboado” é fácil de ser mantido. Salva-se a teoria dos fatos, mesmo que seja necessário reinterpretar os fatos. Pelo visto, o fóssil não deve ser assim tão antigo, e pelo visto não deve mesmo ter havido macroevolução. É exatamente o que prevê o modelo criacionista, sem a necessidade de reinterpretar os fatos.[MB] 

domingo, 27 de maio de 2012

Dinossauro com tecidos conservados

Cientistas associados à National Geographic anunciaram nesta segunda-feira (3) a descoberta de um dinossauro mumificado, cujos restos incluem ossos, pele e músculos parcialmente conservados.

A descoberta do hadrossauro, de quase oito metros e com 67 milhões de anos, é "um dos achados mais importantes dos últimos tempos", informou a instituição em comunicado.

Os cientistas encontraram o dinossauro no estado de Dakota do Norte, em 2000, e deram a ele o nome de Dakota. Os restos foram submetidos a um estudo meticuloso. E os resultados da pesquisa permitirão saber com mais certeza como era a pele dos animais e em que velocidade eles se deslocavam, explicou a entidade.

Embora os especialistas comparem Dakota a uma múmia, seus restos foram achados fossilizados em pedra, inclusive os seus ligamentos, tendões e, possivelmente, até órgãos internos.

Rápido

Os cientistas acreditam que o hadrossauro corria a uma velocidade de 45 km/h, mais rápido que o tiranoussaro, o grande predador da época, e era 25% maior do que se pensava.

Além disso, as investigações poderiam lançar luz sobre a evolução destes seres e de seus descendentes. O fóssil é, aparentemente, o mais completo e mais bem preservado dos descobertos no último século.

Para o líder das escavações, Phillip Manning, paleontólogo da Universidade de Manchester e membro do Conselho de Expedições da National Geographic, as provas fornecidas por Dakota são "muito mais completas em comparação com os restos desarticulados sobre os quais normalmente é preciso basear as conclusões".

Pesquisa

Quase tudo o que atualmente se conhece sobre os dinossauros se deve ao estudo dos ossos e dentes achados. Eles são geralmente os únicos tecidos que se mantêm na sua fossilização.

Os animais normalmente se decompõem rapidamente após a morte, mas graças à mistura de água, areia úmida e outros sedimentos a fossilização do dinossauro aconteceu antes que ele se decompusesse.

"Estamos estudando um tecido macio e em três dimensões; em algumas partes, como a cauda, os braços e as extremidades, os restos estão completos e intactos", disse Manning. Ele ressaltou as raias multicoloridas do dinossauro, que poderiam ajudar na camuflagem.

O dinossauro foi originalmente descoberto perto de um rio por um estudante, Tyler Lyson, que estava caçando perto de sua casa.

sábado, 26 de maio de 2012

Encontrado tecido cerebral em peixe fóssil

Cientistas dos Estados Unidos e da França anunciaram a descoberta de um tecido cerebral de 300 milhões de anos [sic] – o mais antigo exemplar do tipo já encontrado. O tecido foi recuperado de uma bolha dentro da caixa craniana do fóssil de um precursor extinto das quimeras, conhecido como iniopterygian, e foi achado no Estado americano do Kansas. Em artigo na revista Proceedings of the National Academy of Science, os pesquisadores afirmaram que a descoberta abre um novo caminho para o estudo da evolução dos peixes e do desenvolvimento do cérebro em animais vertebrados.

“Até agora, os paleontologistas estudavam os formatos da cavidade craniana de fósseis para pesquisar a morfologia cerebral, pois nunca haviam encontrado ‘tecido mole’”, explicou Alan Pradel, do Museu Nacional de História Natural de Paris, e um dos autores do artigo.

Com a ajuda de técnicas de tomografia, cientistas do European Synchrotron Radiation Facility, em Grenoble, na França, criaram um modelo em 3D do que seria o cérebro do iniopterygian encontrado.

Segundo os cientistas, o órgão era simétrico e tinha dimensões milimétricas. Como ocorre em muitos vertebrados pouco desenvolvidos, o cérebro desse peixe parava de crescer, enquanto a caixa craniana continuava se expandindo.

Além disso, o cérebro também apresentava um grande lóbulo relacionado à visão e uma pequena secção destinada à audição. A presença de canais de audição em um plano horizontal também permitiu aos cientistas entender que o animal podia detectar movimentos laterais, mas não verticais.

O iniopterygian é um precursor das atuais quimeras, que por sua vez, são “parentes” [sic] dos tubarões e das arraias.

No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares, como o crânio gigante, dentes dispostos em fileiras, uma cauda “armada” com uma clava, e enormes nadadeiras peitorais dotadas de espinhos ou ganchos em suas pontas. A maioria tinha em média 15 cm de comprimento.

“Até hoje, não conhecíamos nada disso, e se trata de um animal realmente bizarro”, afirmou John Maisey, curador de paleontologia do Museu Americano de História Natural, em Nova York, e também autor do artigo.

“Mas agora sabemos que podemos procurar por mais cérebros em fósseis muito antigos e começar a entender melhor sobre eles”, disse Maisey. “A evolução cerebral é crucial na história dos vertebrados.”


Nota: O próprio fato de existir um cérebro com todas as suas complexidades (sinapses, neurônios, glândulas, etc.) há 300 milhões de anos (segundo a cronologia darwinista), já é algo impressionante. Note o que diz a reportagem: “No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares.” O início da era paleozoica compreende os períodos cambriano, ordoviciano, siluriano, etc., ou seja, é o “princípio” da vida multicelular. Como pode ter havido tempo para evolução de algo tão complexo quanto o cérebro, mesmo que de um animal como iniopterygian? Além disso, causa estranheza a preservação de tecido mole por tantos milhões de anos (a mesma estranheza causada pela descoberta de tecido mole de T-rex).[MB]