quinta-feira, 31 de maio de 2012

Genes Exclusivamente Humanos



Será que o cérebro humano evoluiu a partir do cérebro dum animal parecido com um macaco? Duas novas reportagens descrevem quatro genes humanos com o nome de SRGAP2A, SRGAP2B, SRGAP2C, e SRGAP2D, que estão localizados em 3 regiões distintas no cromossoma número 1 (Dennis, M.Y. et al. 2012. Evolution of Human-Specific Neural SRGAP2 Genes by Incomplete Segmental Duplication. Cell. 149: 912-922).
Aparentemente eles desempenham um papel importante no desenvolvimento do cérebro (Charrier, C. et al. 2012. Inhibition of SRGAP2 Function by Its Human-Specific Paralogs Induces Neoteny During Spine Maturation. Cell. 149: 923-935).
A descoberta mais importante talvez seja o facto de 3 dos 4 genes (SRGAP2B, SRGAP2C, and SRGAP2D) se encontrarem unicamente nos seres humanos e em mais nenhum outro mamífero, incluindo os macacos. Embora cada um dos genes partilhe algumas regiões semelhantes, claramente elas são únicas na sua estrutura e funções gerais quando comparadas umas com as outras.
Os evolucionistas alegam que, de alguma forma ou outra, a versão original do gene SRGAP2 , herdado dum ancestral parecido com um macaco, duplicou-se, moveu-se para uma área totalmente distinta do cromossoma 1 e modificou-se de modo a desempenhar novas funções. Isto supostamente aconteceu várias vezes no passado distante depois dos seres humanos se terem divergido do imaginário ancestral entre os humanos e os chimpanzés.
Mas esta mitologia história depara-se agora com problemas graves.
  • Primeiro, quando comparadas umas com as outras, as localizações do gene SRGAP2 no cromossoma 1 são únicas no seu arranjo para a codificação de proteínas e na sua estrutura. Os genes não parecem de todo terem sido duplicados.
O ónus da prova encontra-se do lado dos evolucionistas uma vez que são eles que têm que explicar como é que o suposto gene ancestral foi duplicado, dividido em localizações distintas no cromossoma, reorganizado e alterado de modo a ter novas funções – tudo isto sem perturbar o então existente cérebro do macaco e tudo como efeito de mutações aleatórias.
  • O segundo problema reside na localização exacta das versões B, C e D do gene SRGAP2.
Elas rodeiam o centrómetro do cromossoma, que é uma porção especializada do cromossoma – geralmente perto do centro -, importante para os processos do núcleo da célula, incluindo a divisão celular e a arquitectura cromatina (Thomas, B. Genomes Have Remarkable 3-D Organization. Creation Science Updates. Posted on icr.org November 15, 2012, accessed May 15, 2012).
Como tal, devido à ausência extrema de recombinação, estas duas regiões junto ao centrómetro são incrivelmente estáveis e livres de mutações. Não há qualquer tipo de precedente para a alegação de que os genes podem duplicar para o interior destas sequências super estáveis, muito menos reorganizarem-se posteriormente.
. . . . .
Como seria de esperar, o facto de 3 genes recentemente descobertos estarem presentes só nos seres humanos – ausentes em todos os outros mamíferos conhecidos – tem sido inteligentemente ofuscado por trás da semântica evolucionista.
Claramente, esta descoberta genética importante invalida a evolução humana e mostra que nós fomos criados de forma única “à Imagem de Deus” tal como nos diz o Livre de Génesis.
 












quarta-feira, 30 de maio de 2012

Casal Negro gera Filha Caucasiana (loira do olho azul não albina)



Dad Ben e Angela tiveram uma surpresa no nascimento de seu terceiro filho. Ambos negros, Nmachi nasceu loira de olhos azuis, segundo noticiou o jornal The Sun.
Para explicar tal acontecimento, médicos do Queen Mary's Hospital, perto de Londres, onde a menina nasceu levantaram algumas hipóteses com ela não ser filha dos dois, ser albina ou eles terem ancestrais brancos.
Porém, todas estas alternativas foram checadas e negadas. Especialistas acreditam que uma mutação genética provocou a alteração na cor da pele e dos cabelos da criança. São conhecidos 12 genes que influenciam na cor de uma pessoa, controlando a quantidade de melanina na pele.
Os pais afirmam não ter conhecimento de antepassados brancos. Eles são nigerianos que se mudaram para a Inglaterra há cinco anos. Para que a criança nasça branca de olhos azuis e cabelos loiros, os dois teriam de ter genes recessivos para pigmentação clara (que não são perceptíveis na aparência deles, mas que estariam em seu código genético e poderiam ser repassados para os filhos).
O professor Bryan Sykes, líder do departamento de genética humana na Universidade de Oxford, disse ao jornal que este nascimento era extraordinário. “As regras da genética são complexas e nós ainda não entendemos o que acontece em muitos casos”.
 
( UOL ) ( Criacionismo ) ( The Sun )




terça-feira, 29 de maio de 2012

Ciência confirma: Dinossauros viveram recentemente!

Afirmações do tipo “Jurassic Park” estão ficando cada vez mais comuns entre os cientistas. Não estamos falando da possibilidade de ressuscitar dinossauros a partir dos mosquitos. Porém, há abundantes afirmações de que tecido mole, DNA e até mesmo bactérias inteiras “ressuscitaram” de um estado dormente, após terem sobrevivido por milhões de anos:
  • Medula de dinossauros. Mary Schweitzer mostrou que ossos de T. rex “datados” em 68 milhões de anos apresentaram tecidos moles, incluindo a presença de células sanguíneas, veias e tecido ósseo (colágeno).1
  • DNA de folha de Magnolia. Extraído de uma folha fóssil de Magnolia, datada em 17–20 milhões de anos.2
  • Bactérias congeladas. Bactérias congeladas na Antartida, datadas em 8 milhões de anos, reviveram em laboratório.3
  • Bactérias em âmbar. Alguns afirmaram terem “ressuscitado” bactérias dormentes encontradas em âmbar, com supostos 120 milhões de anos.4
  • Micróbios salgados (halotolerantes). Um artigo publicado na Nature, em 2000, relatou ter revivido bactérias encontradas em cristais de sal, encontrados a 600m abaixo da superfície, em uma mina, no México, “datadas” em 250 milhões de anos.5

 

Os problemas gerados

Photo stock.xchng
Bones
Muitos desses achados foram cercados de controvérsias, e atraíram muito ceticismo de outros evolucionistas. Isso porque moléculas biológicas, como o DNA e o colágeno, são muito complexas e conseqüentemente muito frágeis.³ Exigem constante manutenção para evitar sua quebra (ou desnaturação). Todavia, uma vez que o organismo esteja morto, ficam à mercê do ambiente, e normalmente decaem muito rapidamente. Se as moléculas estiverem em um ambiente isolado de outras formas de vida, água, oxigênio e calor excessivo, elas serão capazes de resistir mais, talvez por milhares de anos. Contudo, não podem durar para sempre, porque estão sujeitas à segunda lei da termodinâmica,6 que eventualmente separará as moléculas, através de movimentos puramente randômicos dos átomos e da radiação básica. As mais recentes estimativas estabelecem um limite superior de 125.000 anos para a resistência do DNA e 2,7 milhões de anos para o colágeno, a 0ºC.7 (A apenas 10ºC, o limite superior é muito menor–17.500 para o DNA, 180.000 para o colágeno.)
Isso é ainda mais’sério com relação à maquinaria biológica em funcionamento que a moléculas isoladas, como o DNA. E preservar moléculas biológicas por milhões de anos já é forçar demais.8 Porém, preservar a maquinaria da vida, que contém ligações intrínsecas muito mais interconectadas, por uma escala de tempo’tão grande, como no caso dos micróbios halotolerantes que foram reanimados, é obviamente bizarro. Como os evolucionistas tentam contornar este enigma?

“Condições atualísticas”?


Buscando uma resposta, os evolucionistas mantém, é claro, o modelo de milhões-de-anos como sua “suposição inicial”. Mary Schweitzer demonstra isso com relação ao seu T. rex de 68 milhões de anos:
‘A presença de componentes moleculares originais não é prevista para fósseis anteriores a um milhão de anos [refs. 1–7] e a descoberta de colágeno neste dinossauro bem preservado dá suporte ao uso das condições atualísticas para formular taxas e modelos de degradação molecular, o que é melhor que confiar em extrapolações teóricas ou experimentais derivadas de condições que não ocorrem na natureza.‘9
Essa é a razão comum daqueles evolucionistas que promovem esses achados, então vamos digerir um pouco esse negócio. Primeiramente, note o que foi dito acima: baseando-se em teorias científicas e dados experimentais, não se espera que nenhum colágeno formado originalmente no osso do T. rex dure mais que um milhão de anos.
Mas Schweitzer então afirma que essa predição deveria ser questionada porque nós encontramos justamente isso (colágeno formado originalmente no osso do T. rex) em um osso de dinossauro. Ela disse ainda, em outro lugar, acerca de seus primeiros achados de células sanguíneas em ossos de T. rex: “Eu simplesmente tive arrepios, pois todo mundo sabe que essas coisas não duram 65 milhões de anos” [ênfase nossa].10 Assume-se assim que os dinossauros’têm, “obviamente” (de acordo com os evolucionistas), pelo menos 65 milhões de anos de idade, que é exatamete o que eles estão tentando provar! No entanto, sua hipótese (os dinossauros’têm mais de 65 milhões de anos) é completamente estranha aos dados experimentais.
É por isso que Schweitzer diz que nós deveríamos confiar nas “condições atualísticas” em detrimento das “extrapolações teóricas ou experimentais” para explicar como o colágeno pode durar tanto. Temos que repensar todo o nosso entendimento a respeito do modo como as biomoléculas complexas’são degradadas–porquê? Porque os dinossauros’têm, “obviamente”, milhões de anos de idade. Acrença em “milhões de anos” triunfa sobre a ciência experimental!
E sobre a acusação de que as projeções experimentais e teóricas obtidas não’são baseadas nas condições que ocorrem na natureza? O ponto chave dessas projeções é que elas servem não como uma média do tempo de degradação, mas como um limite superior.7 Ou seja, os experimentos e teorias consideram as melhores condições possíveis de preservação. Conquanto essas condições sejam extremamente improváveis na natureza, este é um obstáculo às razões de Schweitzer porque as condições laboratoriais’são projetadas para serem melhores (não piores) que as condições de preservação normalmente encontradas na natureza. Ela exige que o exato oposto seja verdadeiro para que sua argumentação seja válida.
Muitos evolucionistas enxergam o problema. Ser o vencedor no debate simplesmente não é opção; eles preferem confiar na ciência experimental. Assim, uma vez que eles’são obedientes à evolução e aos milhões de anos, a idéia de que essas bactérias, DNA, etc. sobreviveram por milhões de anos é jogada fora. Tais coisas’são consideradas contaminações de uma fonte moderna.

O achado foi contaminado?


Entretanto, a idéia de contaminação geralmente falha em tratar dos detalhes de cada afirmação. Um exemplo é a descoberta de bactérias em cristais de sal “datados” em 250 milhões de anos. A cada crítica, os pesquisadores originais rechecavam seus métodos e modificavam-nos para levar as críticas em consideração, e continuavam obtendo os mesmos resultados.11
Termite

O trato intestinal desta espécie de cupim fóssil (que tem, alega-se, 20 milhões de anos) foi encontrado contendo o mesmo tipo de bactérias existentes nos cupins modernos. Artigos publicados por pesquisadores relataram a “ressurreição” de bactérias preservadas em âmbar, considerado seis vezes mais antigo.

Photo by Joachim Scheven, LEBEDIGE VORWELT MUSEUM

A descoberta de Mary Schweitzer de vasos sanguíneos, células e colágeno ósseo em ossos de T. rex fornece outro exemplo. Quando foi primeiramente anunciada, causou enorme desconfiança entre os evolucionistas.12 Em 2005, no meio de forte ceticismo acerca dos achados originais, novas imagens mostraram claramente que o tecido mole era tecido orgânico “fresco”.13 Rigorosa pesquisa foi também conduzida (novamente cercada de ceticismo) que mostrou que a proteína colágeno, também uma complexa biomolécula, foi muito bem preservada nos ossos de T. rex.14
Contaminação sempre é uma opção, em teoria, mas quando aplicada pelo menos a algumas dessas situações em questão, ela não resiste a um exame minucioso. As implicações óbvias das atuais evidência em análise é a seguinte: esses achados’têm apenas milhares de anos de idade, no máximo.

Maior sentido em registros históricos antigos


Portanto, [querendo ou não] a Bíblia dá muito mais sentido a esses “fósseis Jurassic Park”. A preservação de tecidos orgânicos, mesmo por milhares de anos, carece de condições especiais. É surpreendente que sejam encontrados cerca de 4.500 anos depois de terem sido sepultados (mais provavelmente durante o Dilúvio). Mas isso faz muito mais sentido que acreditar que eles’têm milhões de anos de idade, idéia que não resiste às evidências reais da física e da química.

References


  1. Schweitzer, M.H., Suo, Z, Avci, R., Asara, J.M., Allen, M.A., Arce, F.T. E Horner, J.R., Analyses of soft tissue from Tyrannosaurus rex suggest the presence of protein, Science 316 (5822):277–280, 2007. 
  2. Wieland, C. ‘Oldest’ DNA–an exciting find! Creation 13(2):22–23, 1991; ,creation.com/oldestdna>. 
  3. Catchpoole, D., ‘Sleeping Beauty’ bacteria, Creation 28(1):23, 2005; <creation.com/sleeping>. Veja também Catchpoole, D., More ‘Sleeping Beaty’ bacteria, <creation.com/moresleep>. 
  4. Greenblatt, C.L., et al., Diversity of microorganisms isolated from amber, Microbial Ecology 38:58–68, 1999. 
  5. Vreeland, R.H., Rozensweig, W.D. e Powers, D.W. Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, Nature407(6806):897–900, 2000. Veja também Salty saga, Creation 23(4):15, 2001; <creation.com/saltysaga>. 
  6. Veja Sarfati, J., Second law of thermodinamics: answers to critics, <creation.com/thermo>. 
  7. Nielsen-Marsch, C., Biomolecules in fossil remains: Multidisciplinary approach to endurance, The Biochemist, pp. 12–14, Junho 2002; <www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf>. 
  8. Wieland, C., Ancient DNA and the young earth, Journal of Creation 8(1):7–10, 1994. 
  9. Ref. 1, p. 280. 
  10. Yeoman, B., Schweitzer´s dangerous discovery, Discover 27(4):37–41, 77, abril 2006. 
  11. Em 2001, os críticos disseram que as bactérias encontradas nos cristais de sal eram relacionadas muito proximamente às modernas bactérias e por isso deviam ser uma contaminação moderna e não ter 250 milhões de anos (Graur, D. e Pukpo, T., The Permian bacterium that isn´t,Molecular Biology and Evolution 18(6):1143–1146, 2001).
    Porém, os defensores contaram que seus dados não significavam muito (Maughan, H., et al., The paradox of the ‘ancient‘ bacterium which contains ‘modern‘ protein-coding genes, Molecular Biology and Evolution 19(9):1637–1639, 2002). Eles também deram muitas evidÊncias de que o sal em que a bactéria foi aprisionada formou-se em redor quando a camada rochosa foi formada, e não em inclusão posterior (Satterfield,C.L., et al., New evidence for 250 Ma age of halotolerant bacterium from a Permian salt crystal, Geology 33(4):265–268, abril 2005. 
  12. Wieland, C., Sensational dinosaur blood report! Creation 19(4):42–43, 1997, <creation.com/dino_blood>. 
  13. Wieland, C., Still soft and stretchy, <creation.com/stretchy>., 25 março 2005. 
  14. Doyle, S., Squishosaur scepticism squashed, <creation.co/collagen>, 20 abril 2007; veja também <creation.com/schweit>. .

Proteínas endógenas em lagarto de “70 milhões de anos”

Uma equipe de pesquisadores em Lund, na Suécia, descobriu material biológico importante no fóssil de um lagarto varanoide extinto (um mosassauro) que vivia nos ambientes marinhos durante os anos do Cretáceo Inferior. Utilizando tecnologia de ponta, os cientistas foram capazes de associar as moléculas proteináceas a fibras ósseas matriz isoladas de um fóssil de 70 milhões de anos [seguindo a cronologia evolucionista] – isto é, eles encontraram restos genuínos de um animal extinto enterrado na rocha.

Fibras ósseas matriz em osso de mosassauro: (a) Preparação histológica que revela como as fibras circundam o duto vascular. (b) Foto que revela as fibras delineadas. (c) Detalhe da preparação histológica mostrando as fibras encapsuladas em bioapatita. (d) Mancha (azul) histoquímica revelando que as fibras contêm material biológico.

Os mosassauros são um grupo de lagartos varanoides extintos que viviam em ambientes marinhos durante o Cretáceo Inferior (aproximadamente 100-65 milhões de anos atrás [idem]). Com sua descoberta, os cientistas Johan Lindgren, Per Uvdal, Anders Engdahl e os colegas demonstraram que os resíduos de colágeno do tipo I, uma proteína estrutural, estão retidos em um fóssil de mosassauro. O colágeno é a proteína dominante em ossos.

Os cientistas aplicaram um espectro amplo de técnicas sofisticadas para alcançar os resultados. Os cientistas usaram microespectroscopia de radiação síncrotron baseada no infravermelho no Laboratório MAX, em Lund, sudeste da Suécia, para revelar aminoácidos contendo resíduos materiais em tecidos fibrosos obtidos de um osso de um mosassauro. Além da microespectroscopia de radiação síncrotron baseada no infravermelho, a espectrometria de massa e análise de aminoácidos foi realizada.

Anteriormente, outras equipes de pesquisadores identificaram peptídeos derivados de colágeno em fósseis de dinossauros baseados, por exemplo, em análises de espectrometria de massa de todo os extratos ósseos.

A presente pesquisa fornece evidência convincente que sugere que as biomoléculas recuperadas são primárias e não são contaminantes de biofilmes bacterianos recentes ou de proteínas do tipo colágeno.

Além disso, a descoberta demonstra que a preservação de tecidos moles primários e de biomoléculas endógenas não está limitada a ossos de grande tamanho em ambientes fluviais de arenito, mas ocorre também em elementos de tamanho relativamente pequeno de esqueletos depositados em sedimentos marinhos.

(Johan Lindgren, Per Uvdal, Anders Engdahl, Andrew H. Lee, Carl Alwmark, Karl-Erik Bergquist, Einar Nilsson, Peter Ekström, Magnus Rasmussen, Desirée A. Douglas, Michael J. Polcyn, Louis L. Jacobs. “Microspectroscopic Evidence of Cretaceous Bone Proteins.” PLoS ONE, 2011; 6 (4): e19445 DOI: 10.1371/journal.pone.0019445; via Desafiando a Nomenklatura Científica)

Nota: Alguns anos atrás, foram encontrados tecidos moles em fósseis de T-Rex, o que causou grande rebuliço (relativamente abafado na grande imprensa), já que não era de se esperar esse tipo de tecido preservado em fósseis com supostos milhões de anos. Uma das possibilidades (desculpa?) aventadas então foi a de que teria havido algum tipo de contaminação por biofilmes bacterianos e que as biomoléculas não seriam primárias. Agora, nessa nova descoberta em Lund, os próprios pesquisadores já adiantaram não se tratar de contaminantes de biofilmes bacterianos recentes ou de proteínas do tipo colágeno; as biomoléculas recuperadas são primárias. Que tipo de “explicação” darão desta vez?[MB]
 

Mais tecidos moles em fósseis de dinossauros

Tecidos moles preservados em animais supostamente extintos há milhões de anos têm surpreendido os pesquisadores. Exemplo disso foi a descoberta feita em fragmentos de ossos de um hadrossauro (dinossauro bico de pato). Esses tecidos moles alegadamente com 80 milhões de anos(!) têm vasos sanguíneos, células e proteínas (colágeno e osteocalcina). 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Melanina em fóssil de “160 milhões de anos”

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu que pigmentos de melanina encontrados em restos de fósseis de cefalópodes de 160 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] são praticamente idênticos à melanina encontrada na versão moderna de uma espécie de lula gigante. O estudo foi publicado na versão online da revista científica PNAS, da Academia Americana de Ciências. Os cefalópodes são a classe de animais marinhos que envolvem lulas e polvos. A versão milenar foi encontrada há dois anos na Inglaterra e desde então está sendo estudada. Com as impressões do fóssil e de animais vivos de espécie semelhante, o estudo concluiu que o mecanismo de escape do pigmento, semelhante a uma tinta, entre esses animais marinhos não evoluiu desde o período jurássico e que a melanina pode ser preservada nos fósseis de uma série de organismos. [Mas é óbvio que os pesquisadores teriam que chegar a essa conclusão, do contrário, teriam que ignorar a evidência material. - MB]

Os pesquisadores compararam a composição química da melanina fóssil com a melanina de um animal da espécie Sepia officinalis, comum nos mares Mediterrâneo, do Norte e Báltico. “[...] descobrimos através de uma variedade de métodos de pesquisa que a melanina tem se mantido em uma condição que pode ser estudada em detalhes requintados”, disse John Simon, um dos autores do estudo e professor de química da Universidade da Vírginia, nos Estados Unidos.

Geralmente o tecido animal, composto principalmente de proteínas, se degrada rapidamente. Durante o curso de milhões de anos tudo o que é suscetível de ser encontrado a partir de um animal são restos do esqueleto ou uma impressão da forma do animal em torno de uma rocha. Os cientistas até podem aprender muito sobre um animal por seus ossos e impressões, mas sem matéria orgânica geralmente são deixados com muitas perguntas não respondidas, explica o estudo.

No entanto, a melanina se tornou uma exceção justamente por ser orgânica, pois se mostrou altamente resistente à degradação por longos períodos de tempo. “Com exceção de todos os pigmentos orgânicos em sistemas vivos, a melanina tem a maior chance de ser encontrada em um registro fóssil”, disse Simon.


Nota: Quando a evidência contradiz a teoria, em lugar de reformular a teoria, os evolucionistas ajustam a evidência à teoria. É praticamente impossível encontrar melanina num fóssil de supostos milhões de anos, mas, como foi encontrada, logo, é possível encontrar melanina num fóssil de supostos milhões de anos. É quase inconcebível imaginar que um organismo não tivesse sofrido grandes modificações evolutivas em supostos 160 milhões de anos, mas, como não sofreu e está igual aos seus “parentes” atuais, a evolução continua verdadeira e alguns seres vivos não se modificam, mesmo em supostos milhões de anos. Um paradigma assim “liso como muçum ensaboado” é fácil de ser mantido. Salva-se a teoria dos fatos, mesmo que seja necessário reinterpretar os fatos. Pelo visto, o fóssil não deve ser assim tão antigo, e pelo visto não deve mesmo ter havido macroevolução. É exatamente o que prevê o modelo criacionista, sem a necessidade de reinterpretar os fatos.[MB] 

domingo, 27 de maio de 2012

Dinossauro com tecidos conservados

Cientistas associados à National Geographic anunciaram nesta segunda-feira (3) a descoberta de um dinossauro mumificado, cujos restos incluem ossos, pele e músculos parcialmente conservados.

A descoberta do hadrossauro, de quase oito metros e com 67 milhões de anos, é "um dos achados mais importantes dos últimos tempos", informou a instituição em comunicado.

Os cientistas encontraram o dinossauro no estado de Dakota do Norte, em 2000, e deram a ele o nome de Dakota. Os restos foram submetidos a um estudo meticuloso. E os resultados da pesquisa permitirão saber com mais certeza como era a pele dos animais e em que velocidade eles se deslocavam, explicou a entidade.

Embora os especialistas comparem Dakota a uma múmia, seus restos foram achados fossilizados em pedra, inclusive os seus ligamentos, tendões e, possivelmente, até órgãos internos.

Rápido

Os cientistas acreditam que o hadrossauro corria a uma velocidade de 45 km/h, mais rápido que o tiranoussaro, o grande predador da época, e era 25% maior do que se pensava.

Além disso, as investigações poderiam lançar luz sobre a evolução destes seres e de seus descendentes. O fóssil é, aparentemente, o mais completo e mais bem preservado dos descobertos no último século.

Para o líder das escavações, Phillip Manning, paleontólogo da Universidade de Manchester e membro do Conselho de Expedições da National Geographic, as provas fornecidas por Dakota são "muito mais completas em comparação com os restos desarticulados sobre os quais normalmente é preciso basear as conclusões".

Pesquisa

Quase tudo o que atualmente se conhece sobre os dinossauros se deve ao estudo dos ossos e dentes achados. Eles são geralmente os únicos tecidos que se mantêm na sua fossilização.

Os animais normalmente se decompõem rapidamente após a morte, mas graças à mistura de água, areia úmida e outros sedimentos a fossilização do dinossauro aconteceu antes que ele se decompusesse.

"Estamos estudando um tecido macio e em três dimensões; em algumas partes, como a cauda, os braços e as extremidades, os restos estão completos e intactos", disse Manning. Ele ressaltou as raias multicoloridas do dinossauro, que poderiam ajudar na camuflagem.

O dinossauro foi originalmente descoberto perto de um rio por um estudante, Tyler Lyson, que estava caçando perto de sua casa.

sábado, 26 de maio de 2012

Encontrado tecido cerebral em peixe fóssil

Cientistas dos Estados Unidos e da França anunciaram a descoberta de um tecido cerebral de 300 milhões de anos [sic] – o mais antigo exemplar do tipo já encontrado. O tecido foi recuperado de uma bolha dentro da caixa craniana do fóssil de um precursor extinto das quimeras, conhecido como iniopterygian, e foi achado no Estado americano do Kansas. Em artigo na revista Proceedings of the National Academy of Science, os pesquisadores afirmaram que a descoberta abre um novo caminho para o estudo da evolução dos peixes e do desenvolvimento do cérebro em animais vertebrados.

“Até agora, os paleontologistas estudavam os formatos da cavidade craniana de fósseis para pesquisar a morfologia cerebral, pois nunca haviam encontrado ‘tecido mole’”, explicou Alan Pradel, do Museu Nacional de História Natural de Paris, e um dos autores do artigo.

Com a ajuda de técnicas de tomografia, cientistas do European Synchrotron Radiation Facility, em Grenoble, na França, criaram um modelo em 3D do que seria o cérebro do iniopterygian encontrado.

Segundo os cientistas, o órgão era simétrico e tinha dimensões milimétricas. Como ocorre em muitos vertebrados pouco desenvolvidos, o cérebro desse peixe parava de crescer, enquanto a caixa craniana continuava se expandindo.

Além disso, o cérebro também apresentava um grande lóbulo relacionado à visão e uma pequena secção destinada à audição. A presença de canais de audição em um plano horizontal também permitiu aos cientistas entender que o animal podia detectar movimentos laterais, mas não verticais.

O iniopterygian é um precursor das atuais quimeras, que por sua vez, são “parentes” [sic] dos tubarões e das arraias.

No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares, como o crânio gigante, dentes dispostos em fileiras, uma cauda “armada” com uma clava, e enormes nadadeiras peitorais dotadas de espinhos ou ganchos em suas pontas. A maioria tinha em média 15 cm de comprimento.

“Até hoje, não conhecíamos nada disso, e se trata de um animal realmente bizarro”, afirmou John Maisey, curador de paleontologia do Museu Americano de História Natural, em Nova York, e também autor do artigo.

“Mas agora sabemos que podemos procurar por mais cérebros em fósseis muito antigos e começar a entender melhor sobre eles”, disse Maisey. “A evolução cerebral é crucial na história dos vertebrados.”


Nota: O próprio fato de existir um cérebro com todas as suas complexidades (sinapses, neurônios, glândulas, etc.) há 300 milhões de anos (segundo a cronologia darwinista), já é algo impressionante. Note o que diz a reportagem: “No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares.” O início da era paleozoica compreende os períodos cambriano, ordoviciano, siluriano, etc., ou seja, é o “princípio” da vida multicelular. Como pode ter havido tempo para evolução de algo tão complexo quanto o cérebro, mesmo que de um animal como iniopterygian? Além disso, causa estranheza a preservação de tecido mole por tantos milhões de anos (a mesma estranheza causada pela descoberta de tecido mole de T-rex).[MB]

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Interior da Terra pode ter mais água que oceanos


Rochas derretidas nas profundesas do interior do planeta podem ser surpreendentemente úmidas, afirmam pesquisadores japoneses. A partir de experiências de laboratório, concluíram que pode haver mais H2O nas profundesas do subsolo do que em todos os oceanos, lagos e rios juntos.

Com base no que eles testemunharam em laboratório, os pesquisadores concluíram que provavelmente exista mais água nas profundezas da Terra do que em sua superfície - até cinco vezes mais.

Os cientistas primeiramente aqueceram um "cocktails" de minerais a 1600 graus Celsius (2900 graus Fahrenheit) e os comprimiu a uma pressão maior do que três milhões de libras por polegada quadrada (200.000 kg por centímetro quadrado). Em seguida, eles cozinharam as amostras durante um hora. [...]

Dinossauros viviam na água ou foram sepultados nela?

“Os dinossauros foram as mais temidas criaturas a caminhar sobre a Terra” – segundo uma nova teoria, tem algo de errado nessa frase. É que um biólogo de Cambridge chamado Brian Ford está sugerindo que os dinos eram, na verdade, criaturas aquáticas. Os bichões passariam boa parte de suas vidas nadando em águas com profundidade entre quatro e nove metros, usando suas longas caudas para ajudar na movimentação. De acordo com Ford, isso explicaria por que cientistas encontram marcas de pegadas de dinossauro, mas nunca marcas de seus rabos – deixá-los sem tocar o chão demandaria uma grande quantidade de energia. A teoria de Ford também explicaria como bichos imensos e pesados, de até 100 toneladas, teriam apenas duas patas para sustentá-los, tendo em vista que os animais terrestres mais pesados da atualidade, como o Elefante, têm quatro.

“Os dinossauros normalmente são descritos caminhando em planícies áridas, mas acredito que a cena correta seria em um lago raso, já que a água ajudaria a suportar seu peso”, conta o cientista. Outro argumento é que na época em que eles viveram, a Terra seria coberta de lagos rasos.

Mas a comunidade científica, em sua maioria, não dá muito crédito à ideia. De acordo com o paleontólogo do Museu de História Natural de Londres, Paul Berret, a teoria dos dinos aquáticos era muito popular nos anos 1920, mas a partir de estudos feitos na década de 1960 foi provado que os bichos pré-históricos tinham, sim, força muscular suficiente para sustentar seu corpo pesado e sua cauda. “Eles podem até ter vivido perto da água e terem dado alguns mergulhos, mas duvido que vivessem nela”, completa. 


Nota: Volta e meia, os cientistas tropeçam na verdade, mas não ousam dar o último passo e admitir o óbvio – por preconceito ou desconhecimento, mesmo. Pesquisas anteriores já deram conta de que os dinos muito provavelmente morreram afogados (confira). Para serem fossilizados, os animais precisam ser instantaneamente soterrados por lama, a fim de que o corpo não seja decomposto ou devorado, mas acabe mineralizado, ou seja, vire fóssil. Agora imagine a quantidade de lama e sedimentos necessária para sepultar tantos grandes dinossauros em tantas partes do mundo. Por não admitir o modelo diluviano (segundo o livro de Gênesis), os cientistas darwinistas propõem cenários como o do texto acima: pegadas são encontradas em locais que foram cobertos por água, portanto, os dinossauros nadavam ali. Nadavam ou estavam fugindo de uma catástrofe aquática? Para que pegadas sejam fossilizadas, elas têm que ser impressas em lama e, em seguida, cobertas por mais lama. Alguns cientistas realmente tropeçam na verdade, mas se levantam e fazem de conta que nada é nada. Para ler mais sobre dinossauros, clique aqui.[MB]

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dinossauros morreram em agonia!

Os fósseis de dinossauros geralmente têm as bocas semi-abertas, a cabeça para trás e a cauda em curva. Por estas razões, paleontólogos acreditam que os dinos morreram na água e as correntes deixaram os ossos em tal posição ou que os músculos e ligamentos deram tal forma pós-morte aos dinossauros.

Para Cynthia Marshall Faux, uma paleontologista do Museu de Rockies, as explicações para a forma encontrada nos fósseis de dinossauros não faziam sentido. Ela é vegetariana e diz que gosta muito de animais.

Para ela, as posições mostradas pelos fósseis podem sugerir que os dinossauros morreram de asfixia e problemas no cérebro.

De acordo com ela, alguns animais encontrados na postura podem ter sido sufocados por cinzas durante uma erupção vulcânica. A hipótese é consistente com o fato de que muitos fósseis foram encontrados em depósitos de cinzas. Entre outras possibilidades para a morte dos animais estão doenças, trauma cerebral, hemorragia severa ou envenenamento.

Um outro dado levantado é que, como a postura se repete em dinossauros e mamíferos, que tiveram uma atividade metabólica alta e dependiam de condições maiores de oxigênio que outras espécies.

A cientista disse que muitos dinossauros podem ter morrido na água, mas que as correntes não explicam todas as características comuns encontradas nos fósseis. As informações são da revista eletrônica especializada "LiveScience".